sexta-feira, 18 de julho de 2014

na igrejinha de São Francisco

Para onde apontas, meu santinho Quem és, quem fostes tanto Que impresso ficastes no tempo No tecido dos séculos? Por que te postas assim Tão bondoso, tão ingênuo Emanando essa luz que Nos faz tão bem? Em volta pessoas se ajoelham Se confessam, choram... Por que meu santinho Por que oram em voz surrada Por que depois ficam em paz Assim: do nada, sem que se saiba? Ah, meu santinho milagreiro Aqui me ajoelho e reverencio Peço a tua benção Rogo a tua guia

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