Para onde apontas, meu santinho
Quem és, quem fostes tanto
Que impresso ficastes no tempo
No tecido dos séculos?
Por que te postas assim
Tão bondoso, tão ingênuo
Emanando essa luz que
Nos faz tão bem?
Em volta pessoas se ajoelham
Se confessam, choram...
Por que meu santinho
Por que oram em voz surrada
Por que depois ficam em paz
Assim: do nada, sem que se saiba?
Ah, meu santinho milagreiro
Aqui me ajoelho e reverencio
Peço a tua benção
Rogo a tua guia
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