Na avenida das Esmeraldas, ao lado de movimentado centro de compras
O senhor e a criança descobriram um espaço descampado de carros e de gente
Um céu lisinho de nuvens e de fiação elétrica
Uma manhã de domingo livre de obrigações e de patrões
Uma pausa na vida de perdas e de tristezas
Pois bem, o senhor estacionou o carro, abriu o porta-malas, de lá retirou: um estrado, um balaio de pães
E duas pipas coloridas que empinaram na imensidão azul enquanto ouviam música e se entregavam aos sonhos
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