domingo, 25 de janeiro de 2015

À espera da neve



Cai neve, cai, mas cai sem demora. Vem bojuda, felpuda, agoldoada, e dançando no ar. 
Vem sem barulho, sem molhar, no rosto, nas vidraças, pelas ruas...  Neve branca, neve pura.  
Vem pelas crianças, alegres, iguais a tu.   
Pela monotonia desse inverno cinza. Flocos grandes que se esparramam, flocos leves que flutuam e dançam, por que demoram tanto nesse ano? 

(José Bitu Moreno)

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